Empresarial, Assessoria e Cobrança

A experiência e a atenção permanente com as mudanças no cenário brasileiro, permitem que nossa equipe atenda com responsabilidade e criatividade as necessidades de sua empresa, propondo alternativas imediatas e eficazes. 

A atitude preventiva no direito é um dos principais mecanismos de defesa que denota o benefício do planejamento empresarial e da boa governança. Em certos momentos, algumas empresas mesmo atuando com modelos de gestões rigorosas sofrem vieses com prejuízos importantes que devem ser atacados com pleitos de correções de rotas sempre de forma rápida e eficaz. 

Quando não temos um apoio imediato que busque correções de gestão, o avultamento dos problemas passa a gerar desvios orgânicos quando analisamos o ponto de vista administrativo. Para esses casos, o planejamento e a estratégia jurídica passa a ser a melhor arma para a proteção da empresa. 

A gestão jurídica, tanto contenciosa como consultiva passam a ser instrumentos preponderantes para a administração da empresa, tanto a prevenção quanto o trabalho contencioso são armas poderosas para o gestor profissional estabelecer limites, impor intenções e prerrogativas, e acima de tudo manter a empresa sem riscos, longe de crises que podem se alongar por muito tempo. 

E quanto ao setor de cobrança da empresa, quando não se tem um controle de recebimentos a empresa acaba tendo que apertar o cinto pra tentar corrigir o problema que quase sempre é por falta de um departamento jurídico de cobrança efetiva.

Administração de situações adversas que demandem necessidade de movimentações judiciais ou extrajudiciais com estratégias pontuais e extraordinárias que importem em saídas benéficas e eficientes. Tais medidas devem ser tratadas com desenvolvimento científico pelo campo legal com apoio de gestores envolvidos ou não.

São vários os tipos de eventos negativos que geram crises momentâneas ou continuadas, mas sabemos que a gestão dessas situações deve ser acompanhada, aconselhada e praticada por profissionais experientes que certamente poderão mostrar saídas técnicas para cada caso minimizando prejuízos ou levando a empresa e seus sócios a uma acomodação segura.

A crise se instala de várias formas e o mais comum desses aspectos é o limite de uma gestão onde estarão contidos inúmeros e variados casos jurídicos e a falta de capital. Nesse momento, os gestores se veem em um “olho de furacão”, isto é, sem entrever o real acontecimento e desdobramento dos problemas que, certamente podem ser contidos e solucionados.

A Gestão de Crise, para casos como os mencionados acima é a única saída que certamente suportará todos os ataques externos de uma forma firme, pois o momento hostil da crise sugerirá empenho, dinamismo jurídico, com estratégias que acompanhem a conjuntura jurídica e política do momento.

O gestor deve antever o futuro, nunca se arrogar ao empírico e sempre repensar o momento crítico diligentemente.

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